Vivo

Os poetas mortos renasceram em mim. Vivo de poemas, de sentimentos, de frustrações principalmente amorosas, de cores, de dores, com rancores, mas sempre visando um objetivo comum da felicidade, mesmo quando tudo que se tem é a dor.

Vivo do repente, vivo do momento, vivo do olhar, do sentimento.

Vivo da bateria, vivo dos tambores, vivo da batida, dos rimadores.

Vivo dos protestos, vivo dos meus versos, vivo indo pra frente com meus olhos sempre abertos.

Vivo de conceitos, vivo de temores, do preconceito, dos ditadores.

Vivo dos massacres, vivo de desfalques, vivo das batalhas, dos mil anjos, dos destaques.

Vivo de tudo que ronda a vida, vivo na vida de rondar tudo, vivo do absurdo, do fim do mundo, do mar, das almas, das matas, dos animais, das coisas vivas, coisas reais. É disso que eu vivo, é isso que eu sou, sou tudo e ao mesmo tempo sou nada, sou a cruz e a espada, sou a vida e a morte ao mesmo tempo, sou o bem e o mal, homem/animal, mas na verdade, sou um mero mortal, que apenas vive a vida.

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