Alcool

  Não vejo isso como uma fuga da sociedade,
mas sim como uma fuga de mim mesmo, dos meus problemas,

que vivem crescendo e crescendo, sem deixar para mim,

aquele doce e belo momento de reflexão, onde eu me sinto o rei,

onde eu possa relaxar, pensar, sonhar, sem as sombras do mal que me ronda. Deixando a sós somente a mim e meus pensamentos.

  Não vejo o alcool como um problema, mas sim como uma fonte de inspiração.

  Não acho que seja um vicio, pois eu o controlo, não ele que me controla.

  Vejo ele apenas quando eu quero e não quando ele me quer,

  Não foi me apresentado como um mal, mas sim como um bem, uma forma de me libertar, ser eu mesmo ou ser aquele que eu desejo ser.

  Não sei se ele é completamente bom para mim ou se é o mal que vai me levar a morte, apenas vejo ele como um “amigo”, que tanto pode me ajudar a crescer como pode puxar o meu tapete.

  Mas ele não me prende, não limita meus sonhos, e sim liberta minha alma, tanto que sobre o efeito dele, estou aqui a escrever estas palavras.

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